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Portas abertas para dividir conhecimento com Universidades

Duas visitas recentes de grupos de alunos de universidades estrangeiras abriram ainda mais os canais de comunicação da AES Tietê com a comunidade acadêmica. O movimento é importante para ambas as partes. Por um lado, alunos ganham acesso à experiência e ao conhecimento adquirido pela Tietê ao longo dos quase 20 anos de operação no setor elétrico brasileiro. Por outro, a empresa se conecta a pesquisas de referência, aprendizado de gestão e inovação com centros de excelência, o que promove uma oxigenação de ideias e possibilita recrutamento de novos talentos.

Discussão sobre a mudança de perfil dos consumidores para alunos da Rice University

Recentemente, o diretor de relacionamento com clientes da AES Tietê, Rogério Pereira Jorge, deu uma palestra para 62 alunos de MBA (Master of Business Administration) da Rice University, uma prestigiada universidade dos Estados Unidos. O evento teve uma apresentação do mercado brasileiro de energia aos alunos. Rogério falou sobre desafios, oportunidades e perspectivas para o futuro.

“O setor de energia está passando por uma grande transformação, que decorre principalmente da mudança de perfil dos consumidores, passando agora ao papel de ‘prossumidores’, e do aumento da competitividade das tecnologias renováveis, como geração eólica, solar, armazenamento, veículos elétricos e internet das coisas. Nesse contexto, nós, da AES Tietê, estamos orgulhosos em poder contribuir com a formação desses futuros executivos”, disse Rogério.

Sistemas isolados e projetos de turbinas hidrocinéticas para estudantes da Universidade de Victoria

Mas essa não foi a primeira vez que uma universidade de fora do país se interessou pelo conhecimento adquirido pela AES Tietê. Em março, onze alunos da Universidade de Victoria, do Canadá, também estiveram em São Paulo para conhecer mais sobre o segmento brasileiro de energia, com foco especial sobre sistemas isolados e o desenvolvimento de projetos de turbinas hidrocinéticas no Brasil.

A AES Tietê é pioneira na pesquisa de turbinas hidrocinéticas – uma tecnologia inovadora que conta com módulos submersos de geração que se aproveitam da corrente de rios e outros corpos de água, como os canais de escoamento de usinas hidrelétricas, para obter uma geração extra de energia.

 Alunos e colaborares da AES Tietê em visita à Usina de Mogi Guaçu

“A hidrocinética está dentro de um contexto de geração distribuída, de energia limpa, aproveitando a energia hidráulica de correntes de rios ou oceânicas”, Thiago Kovtunin, coordenador de P&D da AES Tietê.

Vistos da superfície, os módulos de geração hidrocinética se parecem com plataformas triangulares flutuantes. Mas é embaixo d’água que a principal inovação acontece. Cada ponta do triângulo é base para uma turbina. “A grande vantagem”, diz Thiago, “é que a hidrocinética dispensa alagamento, podendo ser aplicada à jusante das hidrelétricas, por exemplo, aproveitando seu potencial remanescente.”

Durante a palestra, foram também discutidas as semelhanças e diferenças entre o modelo brasileiro e o canadense. Um dos principais objetivos do grupo era aprofundar o seu conhecimento sobre a economia brasileira, com foco em inovação, competitividade e mercado das energias renováveis, micro e pequenas centrais hidrelétricas. Por fim, houve ainda uma visita à Usina de Mogi Guaçu, onde os alunos foram recebidos e tiveram a oportunidade de conhecer a planta em detalhes.

A AES Tietê celebra a abertura para a comunidade acadêmica. É por meio desse tipo de contato, de mútuo benefício, que a empresa reconhece que não caminha sozinha – que depende de uma rede de parceiros – e que as universidades desempenham um papel essencial no desenvolvimento do país.