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PIB 2019 mantém crescimento econômico e traz otimismo para 2020.

A economia brasileira cresceu 1,1% em 2019. É o que mostra o dado publicado esta manhã pelo IBGE.
O resultado reforça a trajetória de recuperação – ainda que lenta – e é o terceiro resultado consecutivo de crescimento anual após a recessão de 2015/16.

A construção civil e o comércio dão o tom desse crescimento. Na esteira da retomada do mercado de trabalho e da queda das taxas de juros esses dois segmentos notam, respectivamente, crescimento de 1,5% e 1,7% ante 2018.

A indústria por sua vez ainda sente os efeitos da tímida retomada da confiança do empresariado brasileiro (ICE/FGV ainda em terreno negativo em 97,2 pontos em fev/20) e nota crescimento mais brando em 2019 (+0,5% a.a)

Alguns segmentos da indústria, no entanto, destacam-se e têm retomada noticiada por vários órgãos. A Anfavea, por exemplo, enfatiza o surpreendente crescimento de 8,6% na produção de veículos em 2019 e projeta alta de 7,3% para 2020.

Neste ano, os fundamentos macroeconômicos que foram destaque em 2019 devem seguir impulsionando a economia: aumento da renda e queda das taxas de juros elevam o consumo das famílias (que representa cerca de 60% do PIB e notou crescimento de 1,8% ante 2018). Estas que passam a demandar bens do comércio, especialmente os bens de consumo duráveis altamente dependentes de crédito. Para a atender a essa demanda, a indústria aumenta produção, contrata mais mão de obra e assim segue o ciclo virtuoso da economia.

Entre os setores que mostraram bom resultado em 2019, e devem seguir a mesma linha em 2020, destacam-se os resultados animadores da construção civil e fabricação de veículos. Setores que contam com uma vasta rede de fornecedores como vidro, siderurgia, plástico e são majoritariamente eletrointensivos.