Loading...

Notícias

Pandemia reforça energia como serviço de primeira necessidade

Cerca de um terço da população mundial está em quarentena ou enfrentando medidas restritivas de deslocamento por causa do avanço do novo coronavírus. A situação é complexa e gera reflexões inevitáveis sobre nossos hábitos em sociedade. Uma delas é: já imaginou atravessar um momento tão delicado, como esta pandemia, sem energia elétrica?

O MUNDO À DISTÂNCIA

Uma pesquisa realizada pela Universidade John Hopkins, nos Estados Unidos, mostrou que 2.5 bilhões de pessoas estão em algum tipo de isolamento. Ou seja, uma a cada três pessoas no mundo teve que mudar seus hábitos em busca do mesmo objetivo: conter o avanço da pandemia.

Aglomerações e eventos públicos estão proibidos. Aulas e trabalho tiveram que partir para modalidades online, à distância. Bares e restaurantes funcionam apenas no formato de entrega. As fronteiras estão fechadas. Quem pode está em casa, readaptando a uma nova rotina de vida. Reuniões, aniversários e confraternizações ocorrem graças às chamadas de vídeo.

Hoje, os canais digitais, as redes sociais, os aplicativos, os e-commerces e as plataformas de conteúdo sob demanda, são as pontes que conectam um população forçada ao distanciamento físico.

É A ENERGIA QUE NOS UNE

A crise que o novo coronavírus causou evidenciou, entre outras coisas, a importância da energia elétrica para toda a sociedade, em sua forma mais ampla. É possível dizer que, mais do que nunca, é a energia que está nos mantendo unidos neste momento.

Além de ser essencial para cuidar e manter as pessoas vida, a eletricidade garante a comunicação entre governos e cidadãos, profissionais de saúde e pacientes, famílias distantes e seus entes queridos. Ela também está em vários presente nas casas, suportando as pessoas que estão trabalhando de casa e dando condição para que se mantenham conectados com suas famílias e amigos, mas infelizmente nem todos têm acesso.

O Banco Mundial divulgou em relatório que mais de 10% da população mundial não tem acesso à energia elétrica, o que corresponde a aproximadamente 840 milhões de pessoas. Com a maior parte concentrada na África, um dos casos mais restritivos ocorre no Chade, país onde apenas 11% da população tem acesso à eletricidade, seguido por República Democrática do Congo (19%), Libéria (21%), Serra Leoa (23%) e Madagascar (24%).

Em muitos países, a eletricidade é precária e instável, porém ela será a responsável por operar os respiradores mecânicos e outros equipamentos médicos nos hospitais que tratam o número crescente de pessoas contaminadas. Em uma situação tão complexa, a crise escancara a importância de pensar sobre a relevância da energia no nosso mundo.

Neste cenário, refletir sobre a necessidade e os impactos positivos das energias renováveis e seus sistemas se mostrou uma urgência. Bem como valorizar a infraestrutura, a segurança e todo o conhecimento de empresas sólidas que atuam no setor elétrico. O coronavírus nos relembrou que energia é um serviço de primeira necessidade.

Aqui na AES Tietê, nossos colaboradores que trabalham na linha de frente têm garantido que a operação permaneça forte, consistente e sem interrupções, principalmente para os setores mais essenciais durante a pandemia. Há mais de 20 anos no Brasil, seguimos acreditando nesse país. Juntos somos mais fortes e é desta forma que superaremos essa fase. Conte com a nossa energia.