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Os investimentos em energia eólica no Brasil não param de crescer

Após 10 anos do primeiro leilão de energia exclusivo para a fonte eólica no Brasil, os investimentos vão de vento em popa. Foram investidos US$ 3,45 bilhões (R$ 13,6 bilhões) em novos projetos no setor, só em 2019, representando 53% dos investimentos realizados em renováveis no Brasil, com a instalação de 38 novos parques eólicos, num total de 744,95 MW de nova capacidade.

Fonte: AbEEólica, 2020.

Os estados contemplados com os novos empreendimentos foram Bahia, Rio Grande do Norte e Maranhão. Hoje, a energia eólica ocupa o segundo lugar na matriz elétrica do país, com uma capacidade instalada de 15,45 GW, ficando atrás apenas das hidrelétricas.

Fonte: AbEEólica, 2020

Além de ser uma fonte bastante competitiva, a energia eólica tem impacto ambiental reduzido e baixa emissão de gases de efeito estufa ao longo de sua vida útil, desde sua implantação até sua operação. Para se ter uma ideia, o total de emissões evitadas em 2019 foi de 22,85 milhões de toneladas de (CO2), o equivalente à emissão anual de 21,7 milhões de automóveis.

Fonte: AbEEólica, 2020

Quais são as perspectivas para os próximos 10 anos?

Segundo Elbia Gannoum, Presidente Executiva da ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica), os próximos dez anos serão também de crescimento. “Bons ventos seguirão firmes e fortes e nossa cadeia produtiva continuará eficiente, mas teremos muitas mudanças nas formas de contratação que podem fazer deste próximo período algo completamente diferente”, declara Elbia.  Atualmente, o Ambiente de Contratação Livre (ACL), também chamado de Mercado Livre de Energia, está em forte expansão e o Ministério de Minas e Energia está discutindo novas políticas no âmbito da “Modernização do Setor Elétrico”. Um dos objetivos dessa modernização será o de inserir mais renováveis na matriz energética, dando mais liberdade de escolha para o consumidor adotar novas soluções tecnológicas.

A AES Tietê está pronta para futuro.

A AES Tietê também está investindo no setor. Além do Complexo Eólico Alto Sertão II, na Bahia, que já está em operação desde 2018, as obras do Complexo Eólico Tucano, também na Bahia, se iniciarão ainda em 2020. O complexo terá uma capacidade instalada total de 322,4 MW, levando progresso para a região e impactos positivos na economia local.

Recentemente, também foi firmado um acordo de exclusividade de compra do Complexo Eólico Cajuína, no Rio Grande do Norte, com 1,1GW de capacidade instalada.

É a AES Tietê, cada vez mais, pronta para o futuro renovável!

Fonte: ABEEólica, Associação Brasileira de Energia Eólica.