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Green Bonds e nosso crescimento sustentável

A AES Tietê se tornou a primeira empresa brasileira a emitir green bonds de projeto solar no Brasil, que resultou na captação de R$ 820 milhões, com prazo de vencimento de 10 anos. Esta emissão foi um marco no mercado brasileiro de finanças verdes ao fomentar ainda mais os investimentos para o desenvolvimento sustentável no país.

A certificação dos títulos obteve a chancela da Climate Bonds Initiative (CBI), organização internacional que fomenta o mercado de títulos para investimentos em soluções sobre mudanças climáticas, tendo desempenho socioambiental avaliado pela SITAWI Finanças do Bem e verificação da VigeoEiris.

Abaixo, as informações detalhadas de cada empreendimento certificado com os resultados de 2019.

Complexo Solar Guaimbê

Em setembro de 2018 adquirimos o Complexo Solar Guaimbê, localizado no município com o mesmo nome, a cerca de 120 km de distância de Bauru onde fica nosso Centro de Operações de Geração da Energia (COGE). Foi o primeiro grande investimento em energia solar no Estado de São Paulo e o maior complexo solar com 550 mil placas solares instaladas em uma área de 237 hectares.

Números:

267,1 GWh de energia gerada
20 mil tCO2eq de emissões evitadas
557.490 unidades geradoras
150 MW de capacidade instalada
29,5 MWm de garantia física
29,5 MWm de energia assegurada
R$ 560 milhões da debênture investidos no empreendimento

Complexo Solar Ouroeste

O segundo empreendimento solar da AES Tietê, o Complexo Solar Ouroeste, entrou em operação em agosto de 2019 em sua fase I e em novembro do mesmo ano a fase II.

É um complexo de grande porte com mais de 500 mil placas solares instaladas em uma área de 280 hectares, localizado na região noroeste do Estado de São Paulo, há cerca de 350 km de Bauru.

Números:

126,4 GWh de energia gerada
9,5 mil tCO2eq de emissões evitadas
522.760 unidades geradoras
144,1 MW de capacidade instalada
35,7 MWm de garantia física
35,7 MWm de energia assegurada
R$ 260 milhões da debênture investidos no empreendimento

Como emissões evitadas foi considerado que o total de energia gerada multiplicado pelo fator médio anual de emissões do Sistema Interligado Nacional do Brasil indica a quantidade de toneladas de CO2 equivalentes que foi evitada no respectivo ano. O cálculo foi feito a partir das informações públicas do fator médio de emissões de 2019 que foi de 0,075 tCO2/MWh, constantes no site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (https://www.mctic.gov.br/mctic/opencms/ciencia/SEPED/clima/textogeral/emissao_corporativos.html).