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AES Tietê viabiliza contrato para construção da terceira usina solar em 2017

Mais uma grande conquista para a AES Tietê! Vencemos, ontem (18) o leilão regulado de energia solar, o A-4, que permitirá a viabilização do projeto solar Água Vermelha, em Ouroeste, São Paulo. A planta tem 90MWp de capacidade instalada, e foi negociada pelo valor de R$ 145,96 o megawatt hora.

Esse é mais um passo para liderarmos a revolução pela qual o setor de energia vem passando. Ao diversificarmos nossa matriz energética, conseguimos viabilizar as melhores soluções e parcerias em energia elétrica de forma segura, sustentável, com alta confiabilidade e baixo custo.

A previsão é que as obras da usina solar de Água Vermelha sejam iniciadas em junho de 2018. A construção será realizada concomitantemente à da planta do complexo solar Boa Hora, adquirido em novembro deste ano, e que tem capacidade instalada de 91 MWp. Juntas, as duas usinas solares somam 180 MWp ao nosso parque gerador.

Para otimizar os custos optamos por fazer a contratação dos equipamentos e serviços para ambas as plantas, o que poderá antecipar o início da geração da usina. Outra vantagem é a de que os projetos serão construídos nas proximidades da usina hidrelétrica de Água Vermelha, para ampliar a sinergia entre os empreendimentos.

O complexo solar Boa Hora entrará em operação até novembro de 2018. Já para a usina solar Água Vermelha, a previsão é a de que esteja gerando energia a partir de maio de 2019.

As duas plantas solares, assim como o parque eólico Alto Sertão II, serão operados remotamente com equipamentos de tecnologia de ponta, por meio do nosso Centro de Operações da Geração de Energia – COGE, localizado em Bauru.

“Vencer esse leilão foi extremamente importante, pois permite que caminhemos em direção ao nosso compromisso de ter, até 2020, 50% do nosso EBITDA formado por fontes não hidráulicas”; diz Ítalo Freitas, presidente da AES Tietê.

“Com mais essa conquista, fechamos o ano de 2017 com três plantas solares – Guaimbê, Boa Hora e Água Vermelha -, e o parque eólico de Alto Sertão II. Para 2018, manteremos nosso foco no crescimento em fontes não hidráulicas, que também colabora com a mitigação do risco hidrológico”, reforça o executivo.

A energia solar fotovoltaica apresenta-se como uma das soluções para atendermos às demandas dos nossos clientes, e do mercado em geral, por energia renovável, ao mesmo tempo em que contribui para inovação tecnológica, geração de novos empregos e redução de impactos ambientais.