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AES Tietê se consolida como benchmark em gestão de ativos

Não é de hoje que a AES Tietê se destaca por toda sua expertise na gestão de ativos. Pioneira no Brasil nas cerificações PAS 55 e ISSO 55001, a companhia levou seu time de operações para o 6° EGAESE – Encontro Nacional de Gestão de Ativos. O evento consagrou a AES Tietê como referência no setor reconhecendo suas iniciativas entre as melhores práticas em Gestão de Ativos com a 2ª edição do Prêmio Nacional de Gestão de Ativos Engenheiro Amauri Reigado. O evento aconteceu no dia 25 de setembro, em São Paulo.

Dos 102 trabalhos cadastrados, somente 15 foram para a final, sete da AES, sendo que três deles conquistaram o primeiro lugar, nas categorias Gestão Estratégica, Tecnologia e Inovação e Internacional, este último com o case “Programa Global de Drones e Robôs da AES”.

O engenheiro Daniel Iozzi Sperandelli falou sobre como as ferramentas boat (medição de vazão), ROV (inspeção subaquática), drone e “gis” (relatório automatizado) contribuem para otimização de recursos, redução de custos, confiabilidade e credibilidade, padronização de processos, gestão do conhecimento e redução da exposição ao risco, ao apresentar “Incorporação de Novas Soluções na Gestão de Operação dos Ativos Físicos”, um dos ganhadores. Para Daniel, ​a participação da liderança ao fomentar a cultura de gestão de ativos internamente colabora com o desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadoras na companhia.

“O uso dos drones de forma estratégica trouxe como resultado melhoria de performance no Complexo Solar Guaimbê. Hoje, podemos dizer que 80% do recurso solar disponível vem sendo entregue, isso é ganho na geração da companhia”, comentou Rafael Schmitz, Coordenador da Gerência de Gestão da Operação, também premiado com o projeto “Utilização de Ferramentas Estatísticas e de Drones para Melhoria de Performance de Usina Solar”.

Os outros quatro trabalhos finalistas, também premiados com segundo e terceiro lugar, foram: “Centro de Suporte e Diagnóstico – Ferramentas Tecnológicas para Diagnóstico”, na categoria atividades do ciclo de vida dos ativos; “Gestão de Ativos como Suporte aos Processos Regulatórios de Segurança de Barragens”, na categoria Impacto Regulatório; “Planejamento Orçamentário – Utilização de Parâmetros de Riscos, Desempenho e Custos para Composição”, na categoria Gestão Estratégica; “Utilização de Tecnologia ROV na Gestão de Ativos Críticos de Usinas Hidrelétricas”, na categoria Tecnologia e Inovação.