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AES Tietê inova com drone de monitoramento para áreas reflorestadas

Inicialmente projetados para fins militares, os drones ganharam novas funções e, com o passar do tempo, se tornaram essenciais para diversos setores da economia: geração de energia, infraestrutura, agroecologia, transporte, entre outros. Esses equipamentos registram dados em alta resolução e fornecem informações precisas que auxiliam no monitoramento de áreas terrestres, aquáticas e subaquáticas.

Na AES Tietê, trabalhamos com drones aéreos e aquáticos para monitorar o entorno das nossas plantas de energia e reservatórios. Eles fazem a coleta de fotos aéreas, detectando, por exemplo, invasões irregulares e situações que possam causar risco ao meio ambiente ou aos nossos colaboradores. Já as unidades aquáticas fazem a medição de velocidade, vazão e profundidade dos rios.

Recentemente, adquirimos um novo drone e um sensor de alta precisão para aprimorar o monitoramento dos nossos projetos de restauração ecológica. A aquisição dessa nova tecnologia também contribui para modernizar e trazer ainda mais inovação aos nossos processos de gestão ambiental.

Equipado com o sensor multiespectral Sequoia Micassense, o drone dá suporte ao nosso software de monitoramento de restauração ecológica. Dessa forma, durante os voos, o equipamento consegue coletar informações, de forma mais precisa e detalhada, auxiliando nossa equipe de meio ambiente a analisar tecnicamente os dados coletados, e a fazer uma gestão eficiente das nossas áreas de concessão.

A partir da implantação desse novo sistema, temos a expectativa de obter dados e gráficos mais detalhados sobre nosso programa de reflorestamento, que engloba os biomas da Mata Atlântica e Cerrado. A intenção é receber e começar a trabalhar nessas informações a partir de janeiro de 2018.

Nossa equipe de meio ambiente passou por um intensivo processo de capacitação para aprender a conduzir os novos drones, utilizar os sensores e o sistema de monitoramento de restauração ecológica. Também estudaram a legislação vigente para entender as condições para manuseio desse tipo de equipamento.

Assim que o novo sensor estiver totalmente integrado ao nosso sistema de monitoramento, o software conseguirá analisar os dados e imagens captados mais relevantes, proporcionando, assim, uma avaliação mais aprofundada sobre a biodiversidade da região em que atuamos.

A recuperação florestal das regiões em que atuamos é uma das nossas iniciativas em prol da sustentabilidade ambiental. Em 17 anos, já reflorestamos mais de 3 mil hectares das regiões da Mata Atlântica e do Cerrado. Por meio da parceria com a SOS Mata Atlântica, temos um dos maiores programas de reflorestamento de árvores nativas do Brasil. Como desafio, pretendemos reflorestar, até 2029, mais 3 mil hectares de mata nativa.