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A retomada da economia mundial será liderada pela indústria verde e energia renovável.

A retomada da economia mundial será liderada pela indústria verde e energia renovável.

Antes mesmo da pandemia, já se observava a tendência global de uma crescente preocupação com as questões socioambientais. Especialistas apontam que há uma aceleração nos esforços mundiais para uma economia descarbonizada, mais limpa e suportada por avanços tecnológicos.

 Seguindo esta tendência, investidores e consumidores também estão valorizando, cada vez mais, as empresas com responsabilidade socioambiental. De acordo com Annelise Vendramini, coordenadora do Programa de Pesquisa “Finanças Sustentáveis” no Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV, “não se trata de uma nova moda criada pelo mundo corporativo. Esse reconhecimento está apoiado na ciência; de que há limites que precisam ser respeitados para garantir a sobrevivência do planeta.”

O aumento dos investimentos em fontes renováveis beneficia tecnologias de produção de energia eólica, fotovoltaica e hídrica, em detrimento das fósseis. Uma transição que não será feita da noite para o dia e nem representa o fim dos combustíveis fósseis, mas aponta para um declínio deste tipo indústria.

É nesse contexto que surgem os Green Bonds ou títulos verdes. Seguindo rigorosos critérios de avaliação e fiscalização, as empresas que se classificam para emitir os Green Bonds se comprometem a utilizar o dinheiro arrecadado em projetos que tenham impactos socioambientais positivos, como, por exemplo, as indústrias eólica e solar.

A AES Tietê, pelo 2º ano consecutivo, recebe a certificação Green Bond.

Aqui na AES Tietê, buscamos constantemente soluções sustentáveis que contribuem para o futuro da energia limpa. Prova disso é que, em 2020, reafirmamos nossa certificação de títulos Green Bonds, por meio da chancela da Climate Bonds Initiative (CBI), uma organização global que incentiva o mercado de títulos para investimentos em soluções sobre mudanças climáticas.

No Brasil, além dos Green Bonds que permitem o acesso ao mercado externo, existem também as debêntures de infraestrutura. “A gente tem visto um crescimento desse tipo de emissão no mercado brasileiro e não vejo um movimento de volta”, afirmou Annelise, durante seminário virtual promovido pela Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).

A AES Tietê investe em energia renovável e adquire mais um Complexo Eólico.

Bons ventos também impulsionam os investimentos da AES Tietê em energia eólica. Além do Complexo Eólico Alto Sertão II, na Bahia, que já está em operação, as obras do Complexo Eólico Tucano, também na Bahia, estão adiantadas, com uma capacidade instalada total de 322,4 MW.

Recentemente, anunciamos também a aquisição de mais um parque eólico localizado no Rio Grande do Norte, o Complexo Eólico Ventus, com 187 MW de capacidade, 100% em operação. Este complexo nos ajuda a desenvolver nosso cluster eólico no estado, onde também adquirimos o Projeto Cajuína, com potencial de 1,1 GW de potência instalada.

Como você pode ver, temos energia de sobra para investir, desde já, em um futuro mais sustentável.

Fontes: