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A UHE EUCLIDES DA CUNHA leva o nome do escritor, jornalista, catedrático e engenheiro militar Brasileiro.
Nasceu em 2 de janeiro de 1866 na fazenda da saudade, Cantagalo no estado do Rio de Janeiro, morreu assassinado a tiros em 15 de agosto de 1909 no Distrito Federal (RJ) por questões familiares.
Conclui os estudos preliminares em sua cidade natal, ingressou na escola superior de guerra na praia vermelha, no Rio de Janeiro, as suas convicções Republicanas levaram-no à indisciplinas ante o ministério de guerra, o que lhe provocou a interrupção do curso prosseguindo-o com a implantação desse regime, no qual participou involuntariamente e heroicamente. Em 1892 era laureado engenheiro militar. Tomou parte ainda em 1893 na revolta da armada. O seu protesto pela imprensa contra as intenções de massacres aos presos políticos, motivou injustamente a desconfiança dos chefes militares, contribuindo esta atitude para o seu pedido de demissão do exército.
Transferindo-se para São Paulo, dedicou-se as construções de obras públicas em Descalvado, São Carlos, São José do Rio Pardo, aonde construiu a ponte, morando numa cela ribeirinha, por três anos quando escreveu a epopéia de "Os Sertões", foi para tantos enviado especial do "O Estado de São Paulo" em 1897, juntos as operações bélicas de Canudos, adquiriu substancioso material para o término de seu livro "Os Sertões", 1902 sua obra prima.
Da sua bibliografia destacam-se ainda "Contrastes e Confrontos" e "Peru versos Bolívia", (1907), e Martins Garcia, 1908 obra póstuma "A Margem da História" (1909). Colaborou em vários jornais do Rio de Janeiro e São Paulo.
Como funcionário do Ministério do Exterior, foi designado em 1906 para os trabalhos de reconhecimento do Alto Purus, membro da Academia Brasileira de Letras, ocupou a cadeira no 7, patrocinada por Castro Alves e fundada por Valentim Magalhães.
Pertenceu também ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Em 1909 era nomeado professor na Catedral de Lógica do Colégio Pedro-II.
Os extraordinários recursos de observação, narração e reconhecimento científico de que se privilegiara, imortalizaram o seu Gênio como símbolo de cultura Brasileira nas venerações anuais à sua excelsa e gloriosa memória é o livro "Os Sertões" o consagrou.
Descreveu a terra o homem, a sociedade, a religião, todos os aspectos do "Sertão Brasileiro". Mostrou a vida da gente humilde e abandonada dos sertões, esquecidas pelo governo, a ignorância, o jornalismo da religiosidade primitiva que geraram a guerra dos Canudos.
Na sua opinião o sertanejo é, antes de tudo, um forte.
Não há visitante da região que passe pelo Rio Pardo sem parar e ver a pequena casa recoberta por uma redoma onde o Engenheiro EUCLIDES RODRIGUES PIMENTA DA CUNHA escreveu a epopéia de "Os Sertões".
Com potência instalada de 108,80 Mw, a usina EUCLIDES DA CUNHA foi inaugurada em 24/11/60 e sua localização é na Bacia do Rio Pardo, Município de São José do Rio Pardo, Estado de São Paulo, distante à 06 km da cidade, na Rodovia São José do Rio Pardo/Mococa, km 6. A montante da Usina EUC está localizada a usina de CACONDE e a jusante na usina LIMOEIRO.
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Ficha Técnica
Início da Operação: 1960
Extensão da Barragem: 312 metros
Reservatório
Área: 4.366 km2
Cota Máxima Útil: 665,00 metros
Cota Mínima Útil: 659,50 metros
Volume Útil de Água Acumulado: 4.680 x m³
Vertedouro
Número de Comportas: 2
Altura da Queda d´Água: 92 metros
Capacidade Instalada
Número de turbinas: 4
Tipo: Francis
Potência por Unidade: 27,2 MW
Queda útil nominal:
Subestação Elevadora
Número de Circuitos: 8
Tensão Nominal: 138 kV
Localização | Distâncias
Município
Usina/Município: 7 km
Município Sede/São Paulo: 270 km
Endereço: Rod. Mococa/São José do Rio Pardo, km 53
Cep:13720-000
Contatos: Donizetti Aparecido Santos
Telefone: (19) 3682-8266
Fax: (19) 3682-8266
e-mail: donizetti.santos@aes.com
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