Após a privatização, a AES Tietê continuou responsável – por meio de contrato com o governo de São Paulo – pela operação e manutenção das eclusas, aprimoramento de vias e canais.
Seis eclusas da AES Tietê permitem, hoje, que até 10 milhões de toneladas de cargas sejam transportadas pelo rio Tietê durante um ano. Utilizando essas eclusas, as embarcações podem transpor barragens de até 30 metros de altura e prosseguir com o transporte de cargas fazendo a ligação entre a região metropolitana de São Paulo e o entorno da usina de Itaipu, no Paraná.
Investimento
Entre 2000 e 2006, a AES Tietê investiu R$ 30,3 milhões na hidrovia Tietê-Paraná, visando ampliar e melhorar o transporte fluvial. Em 2006, a hidrovia, que tem 2,4 mil km navegáveis, transportou quase 4 milhões de toneladas de carga. Para 2007, a expectativa é de transportar aproximadamente 4,2 milhões de toneladas. Entre as cargas de maior volume estão a cana-de-açúcar, soja, farelo de soja, areia e madeira.
A AES Tietê está inserida na Hidrovia do Tietê através das usinas e eclusas abaixo:
USINA |
ECLUSA |
BARRA BONITA
(480 km da foz)
Início: 1957
Término: 1964 |
Comprimento: 142m
Largura: 12m
Calado Máximo: 2,70m
Operação: 1973 |
BARIRI
(416 km da foz)
Início: 1957
Término: 1969 |
Comprimento: 142m
Largura: 12m
Calado Máximo: 2,70m
Operação: 1969 |
IBITINGA
(345 km da foz)
Início: 1963
Término: 1969 |
Comprimento: 142m
Largura: 12m
Calado Máximo: 2,70m
Operação: 1986 |
PROMISSÃO
(237,5 km da foz)
Início: 1966
Término: 1975 |
Comprimento: 142m
Largura: 12m
Calado Máximo: 2,70m
Operação: 1986 |
NOVA AVANHANDAVA
(175 km da foz)
Início: 1979
Término: 1985 |
Comprimento: 142m
Largura: 12m
Calado Máximo: 2,70m
Operação: 1991 |
Durante o ano de 2006, as eclusas operadas pela AES Tietê apresentaram disponibilidade de operação quase total: Barra Bonita (99,92%), Bariri (100%), Ibitinga (99,98%), Promissão (100%) e Nova Avanhandava (99,97%), superando o mínimo de 95% previsto em contrato.